A HISTÓRIA DAS COISAS
Muito bom esse video! Fala tudo por si só!
assitam ai é meio grandinho mais valera muito a pena!
E quem não assimilou essa forma de se viver nos dias de hoje não é mesmo?
A auto priorização do ser humano regida pelas tendências que emergem do capitalismo nos levam exatamente a essa condição de sentirmos, vestirmos, comermos, ouvimos, lermos e consumirmos de todas as maneiras possíveis desses frutos de obsolescência como um ópio sutil em nossos organismos e organizações.
Quem nunca trocou o par de tênis em perfeitas condições de uso simplesmente porque uma campanha publicitária "bem-sucedida" conseguiu reduzir nossa autoestima a ponto de acharmos que estávamos ficando "fora da moda"?
Quem nunca mudou o radicalmente seu visual inteiro ou simplesmente seu corte de cabelo apenas por terem visto seu ator ou atriz preferida usando algo parecido?
Já no universo tecnológico fica mais fácil exemplificar isso, quem com idade na faixa dos vinte, vinte e poucos anos não irá se lembrar dos velhos discos de vinil pretos que comportavam umas doze faixas de áudio? Nos da chamada "geração MTV" pegamos o finalzinho da era vinil mais ainda sim não é difícil lembrar-se deles e logo vemos eles ficarem ultrapassados pelas então revolucionárias fitas k7 que funcionariam com um tamanho bem menor e possibilitariam ate execução de vídeos mais não demorou muito e surgiram os CDs e DVDs que fizeram das mídias k7 verdadeiras aberrações obsoletas com sua capacidade de armazenamento e qualidade e já se fala de alguns anos para cá em um sucessor do DVD o Blu-ray (BD) que tem maior capacidade de armazenamento e com muito mais qualidade fazendo do DVD uma verdadeira "carroça" ultrapassada perto dele.
A mola propulsora desse lucrativo mercado não está na melhora de qualidade das coisas e conceitos, o grande segredo está nos valores que aceitamos serem agregados aos nossos corações, eles simplesmente sugerem e nos ao aceitarmos essas sugestões condicionamos os nossos valores nesse lamentável sentido do universo capital fazendo-nos idênticos a aqueles que por vezes criticamos, mais ao absorvemos a lamentável ideia de que quem não consome não tem valor mesmo que de forma inconsciente estamos na verdade nos ingualando a eles e como forma de alívio paliativo para a nossa consciência começamos a apontar os defeitos que nos mesmos temos e que por conveniência só enxergamos nas outras pessoas.
Tornou-se prática comum a defesa da igualdade e a crítica ao egoísmo, o país esta tomado por movimentos e que apregoam ideias de igualdade mais é como já diziam os mais antigos: “não se mata a sede bebendo do próprio suor” não serão a manifestação de militâncias nem a consolidação de ideais políticos e filantrópicos que conseguirão dar novo rumo para a essa mazela social e pessoal na qual nos encontramos, para tal façanha se concretizar existe apenas uma única formula que já foi dada há muito tempo mais que também já a muito foi esquecida nas paginas amarelas daquele velho livro tão difundido e ao mesmo tempo tão esquecido que costumamos deixar nas cabeceiras de nossas camas, a bíblia sagrada. Hoje percebemos inúmeros jargões muito em voga tais como: aquecimento global, efeito estufa, desmatamento, poluição, sustentabilidade e etc. apontam diretrizes e soluções diversas para tais problemas e analisar essas questões a luz das escrituras pode à primeira vista parecer algo leviano, mais se analisarmos esses problemas a fundo veremos que a raiz de tudo isso que o mundo se tornou ou está se tornando não se encontra em lugares externos mais sim dentro do próprio homem quando perde dia após dia sua capacidade de amar, podemos ver isso através do trecho em negrito do seguinte versículo bíblico:
Tornando-nos algozes de nos ao invés de vitimas do sistema capital que nos rege passamos então ao estado de sermos a própria obsolescência voluntária de nós quando já passamos a viver regimentados aos princípios, caprichos e valores fúteis e inúteis que nos rodeiam que primeiro ditam-nos o que devemos olhar depois por onde deveremos andar logo também ditam como devemos pensar e sutilmente esse emaranhado maligno nos molda desde a cor e corte do cabelo passando pelo que vestimos, compramos e gostamos e chagando também a ponto de moldar a forma em que cremos e a meneira que devemos nos relacionar com Deus.
O mundo só se tronou no que é hoje devido ao egoísmo que ganhou espaço nos corações fazendo com que o homem passe a amar a si mesmo ignorando o dever de amar o seu semelhante de igual modo, quando se pensa em si próprio não fica tão difícil, escravizar o próximo nem tão pouco destruir as reservas naturais do planeta visando o próprio bem-estar e a julgar isso por critérios mais profundos veremos que a solução para tudo isso não vem simplesmente por conscientização política e ecológica nem tão pouco por práticas de consumo sustentável, eventos e nem por altruísmo de ONGs etc. A solução para tal problema no mundo não pode ter solução fazendo curativos em seus efeitos mais só terá jeito quando for atacada sua causa e essa tem sua raiz no coração humano, toda medida de solução alem dessa não passa de paliativa que termina deixando à ferida ainda maior, que o Eterno nos conduza a plena consciência para a verdadeira solução.
Soli Deo Gloria.
Adão M. Fernandes
Muito bom esse video! Fala tudo por si só!
assitam ai é meio grandinho mais valera muito a pena!
E quem não assimilou essa forma de se viver nos dias de hoje não é mesmo?
A auto priorização do ser humano regida pelas tendências que emergem do capitalismo nos levam exatamente a essa condição de sentirmos, vestirmos, comermos, ouvimos, lermos e consumirmos de todas as maneiras possíveis desses frutos de obsolescência como um ópio sutil em nossos organismos e organizações.
Quem nunca trocou o par de tênis em perfeitas condições de uso simplesmente porque uma campanha publicitária "bem-sucedida" conseguiu reduzir nossa autoestima a ponto de acharmos que estávamos ficando "fora da moda"?
Quem nunca mudou o radicalmente seu visual inteiro ou simplesmente seu corte de cabelo apenas por terem visto seu ator ou atriz preferida usando algo parecido?
Já no universo tecnológico fica mais fácil exemplificar isso, quem com idade na faixa dos vinte, vinte e poucos anos não irá se lembrar dos velhos discos de vinil pretos que comportavam umas doze faixas de áudio? Nos da chamada "geração MTV" pegamos o finalzinho da era vinil mais ainda sim não é difícil lembrar-se deles e logo vemos eles ficarem ultrapassados pelas então revolucionárias fitas k7 que funcionariam com um tamanho bem menor e possibilitariam ate execução de vídeos mais não demorou muito e surgiram os CDs e DVDs que fizeram das mídias k7 verdadeiras aberrações obsoletas com sua capacidade de armazenamento e qualidade e já se fala de alguns anos para cá em um sucessor do DVD o Blu-ray (BD) que tem maior capacidade de armazenamento e com muito mais qualidade fazendo do DVD uma verdadeira "carroça" ultrapassada perto dele.
A mola propulsora desse lucrativo mercado não está na melhora de qualidade das coisas e conceitos, o grande segredo está nos valores que aceitamos serem agregados aos nossos corações, eles simplesmente sugerem e nos ao aceitarmos essas sugestões condicionamos os nossos valores nesse lamentável sentido do universo capital fazendo-nos idênticos a aqueles que por vezes criticamos, mais ao absorvemos a lamentável ideia de que quem não consome não tem valor mesmo que de forma inconsciente estamos na verdade nos ingualando a eles e como forma de alívio paliativo para a nossa consciência começamos a apontar os defeitos que nos mesmos temos e que por conveniência só enxergamos nas outras pessoas.
Tornou-se prática comum a defesa da igualdade e a crítica ao egoísmo, o país esta tomado por movimentos e que apregoam ideias de igualdade mais é como já diziam os mais antigos: “não se mata a sede bebendo do próprio suor” não serão a manifestação de militâncias nem a consolidação de ideais políticos e filantrópicos que conseguirão dar novo rumo para a essa mazela social e pessoal na qual nos encontramos, para tal façanha se concretizar existe apenas uma única formula que já foi dada há muito tempo mais que também já a muito foi esquecida nas paginas amarelas daquele velho livro tão difundido e ao mesmo tempo tão esquecido que costumamos deixar nas cabeceiras de nossas camas, a bíblia sagrada. Hoje percebemos inúmeros jargões muito em voga tais como: aquecimento global, efeito estufa, desmatamento, poluição, sustentabilidade e etc. apontam diretrizes e soluções diversas para tais problemas e analisar essas questões a luz das escrituras pode à primeira vista parecer algo leviano, mais se analisarmos esses problemas a fundo veremos que a raiz de tudo isso que o mundo se tornou ou está se tornando não se encontra em lugares externos mais sim dentro do próprio homem quando perde dia após dia sua capacidade de amar, podemos ver isso através do trecho em negrito do seguinte versículo bíblico:
“Com efeito: Não adulterarás, não matarás, não furtarás, não darás falso testemunho, não cobiçarás; e se há algum outro mandamento, tudo nesta palavra se resume: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo.” Rm 13.
Por ocasião do descumprimento desse mandamento que consegue em si sintetizar todos os demais advindos do coração de Deus é que vivemos tal como estamos.Tornando-nos algozes de nos ao invés de vitimas do sistema capital que nos rege passamos então ao estado de sermos a própria obsolescência voluntária de nós quando já passamos a viver regimentados aos princípios, caprichos e valores fúteis e inúteis que nos rodeiam que primeiro ditam-nos o que devemos olhar depois por onde deveremos andar logo também ditam como devemos pensar e sutilmente esse emaranhado maligno nos molda desde a cor e corte do cabelo passando pelo que vestimos, compramos e gostamos e chagando também a ponto de moldar a forma em que cremos e a meneira que devemos nos relacionar com Deus.
O mundo só se tronou no que é hoje devido ao egoísmo que ganhou espaço nos corações fazendo com que o homem passe a amar a si mesmo ignorando o dever de amar o seu semelhante de igual modo, quando se pensa em si próprio não fica tão difícil, escravizar o próximo nem tão pouco destruir as reservas naturais do planeta visando o próprio bem-estar e a julgar isso por critérios mais profundos veremos que a solução para tudo isso não vem simplesmente por conscientização política e ecológica nem tão pouco por práticas de consumo sustentável, eventos e nem por altruísmo de ONGs etc. A solução para tal problema no mundo não pode ter solução fazendo curativos em seus efeitos mais só terá jeito quando for atacada sua causa e essa tem sua raiz no coração humano, toda medida de solução alem dessa não passa de paliativa que termina deixando à ferida ainda maior, que o Eterno nos conduza a plena consciência para a verdadeira solução.
Soli Deo Gloria.
Adão M. Fernandes
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